pub-5468756460556452 Vendeu bem, vendeu mal: veja quanto seu time lucrou com venda de atlet

Vendeu bem, vendeu mal:

quem mais lucra com vendas?

04/07/2019 - por R37 Intersect

Renan Lodi, João Pedro, Jean Lucas, Iago… Venda de jovens talentos é uma coisa que, definitivamente, não está faltando no futebol brasileiro. Entre negociações boas e ruins, qual clube do futebol brasileiro aproveita melhor seus ativos? Para te ajudar a entender essa questão, o R37 observou todas as saídas de atletas de 2015 para cá.

 

Antes de vermos o resultado de cada clube, vale a pena explicar: o R37 usou como fonte o site Transfermarkt e não levou em consideração eventuais cláusulas de bônus futuros e o percentual de cada clube nas transações. Avaliamos somente os valores brutos de cada venda.

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Com poucas vendas relevantes nos últimos anos, o Botafogo não conseguiu fazer um grande caixa com a negociação de seus atletas. Como se não bastasse o pouco lucro em suas transações, o alvinegro perdeu uma boa parte de seus bons jogadores para clubes do mercado brasileiro. Dentre as melhores transferências, o ponto alto foi a venda de Ribamar, jogador que nunca justificou os quase R$ 10 milhões gastos pelo clube alemão.

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“Craque o Flamengo faz em casa”. Se esse tradicional bordão da torcida rubro-negra ficou esquecido em um passado não tão distante, hoje em dia fica claro como essa situação mudou. Com as duas maiores vendas de sua história, o clube da Gávea conseguiu nos últimos 5 anos um lucro muito significativo com a negociação de seus jogadores. Ao olhar para o futuro, nomes como o de Reinier em breve devem aparecer em listas como essa.

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Ao contrário do rival rubro-negro, o Fluminense não conseguiu ter um saldo tão bom quanto se imaginava. Mesmo com a maior venda de sua história nesse período, o tricolor passou longe do resultado do Flamengo. Graças às dificuldades financeiras, o clube das Laranjeiras se vê obrigado a vender suas jóias na primeira oportunidade, desvalorizando seus ativos. Se olharmos com atenção, percebemos que nenhuma das principais negociações do clube conseguiu dar um bom retorno técnico dentro de campo, devido ao pouco tempo de atuação pelo Flu.

 

Mesmo assim, os quase 75 milhões de euros com essas negociações passam longe de ser um valor insignificante, levantando o questionamento da torcida: como o Flu está sempre sem dinheiro?

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Entre Flamengo e Fluminense temos a situação vascaína. Graças às vendas de Paulinho e Douglas Luiz, o cruzmaltino teve um aumento considerável nas suas receitas com transferências. Se considerarmos o pequeno número de negociações, o saldo do Vasco fica na média. O destaque negativo fica com a venda de Mateus Vital, negociado por um valor muito abaixo do esperado.

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Com muitas negociações nos últimos anos, o Corinthians conseguiu atingir um saldo final elevado. Mesmo não tendo negociações com cifras muito fora da curva, o alvinegro paulista surfou na onda do título brasileiro de 2015 e ultrapassou os 100 milhões de euros em suas transações. Chama a atenção como quase todas as principais vendas não foram de atletas jovens.

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Em uma situação financeira parecida com a do Flamengo, o atual campeão brasileiro não tem a necessidade de vender seus talentos de maneiro precoce, esperando as propostas ideais. Mesmo com um número baixo de vendas, o Palmeiras consegue um saldo financeiro interessante, graças a excelente venda de Gabriel Jesus. Chama a atenção e negociação de Luan Cândido, que mal jogou pelo profissional e já vai debutar na Bundesliga.

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Santos e boas negociações são palavras que normalmente caminham juntas. Com as vendas excepcionais de Rodrygo e Gabriel Barbosa, o alvinegro praiano só ficou atrás de Flamengo e São Paulo no saldo de vendas. Mas com um pequeno detalhe: o clube do litoral paulista se desfez de menos atletas que seus rivais. De positivo fica, como sempre, a base santista, que rendeu 4 das 5 melhores transações.

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28 negociações! Esse foi o número de jogadores que o São Paulo se desfez nos últimos anos, muitos deles com a temporada futebolística em andamento. Não à toa, o tricolor foi o clube que alcançou o maior valor com venda de atletas. A questão que a torcida faz para a diretoria é se valeu a pena esse “título”. David Neres, por exemplo, não chegou a atuar 10 vezes pela equipe profissional e hoje brilha nos campos europeus e com a camisa da seleção.

Mesmo assim, a diretoria tricolor parece ter pecado muito na gestão de todo esse lucro. Não tem sido raro vermos o São Paulo com dificuldades financeiras. Desta forma cria-se um ciclo vicioso de desmanches e mais desmanches de equipe.

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Com as duas maiores vendas de sua história no período, o tricolor gaúcho conseguiu figurar no topo da lista dos times mais lucrativos com negociações de atletas. Porém, diferentemente do São Paulo, o Grêmio conseguiu ter retorno dentro de campo com a maioria de seus jogadores antes de negociá-los. Com exceção de Tetê, vendido por uma altíssima cifra sem ao menos ter disputado uma temporada inteira pelo imortal.

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Diferente de anos passados, o colorado não foi um clube negociador nos últimos tempos. Com apenas 10 vendas de 2015 para cá, o Internacional figura na parte de baixo do ranking de vendas. O destaque fica com o goleiro Alisson, que depois de muita desconfiança da torcida brasileira, conseguiu mostrar que é um dos melhores goleiros do mundo.

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Olhando as informações do Cruzeiro fica claro como o time bicampeão brasileiro rendeu frutos para o clube celeste, dentro e fora de campo. O abismo entre as 4 principais negociações e as outras 21 mostram como times vencedores valorizam, e muito, seus talentos. Vale uma ressalva: por mais que Arrascaeta seja a venda mais lucrativa para o time mineiro, o valor que o Flamengo pagou pelo uruguaio não superou as cifras da dupla Goulart e Éverton Ribeiro. A diferença fica por conta do percentual que a Raposa tinha sobre cada atleta.

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Diferentemente da maioria dos clubes, o Galo mostrou que também é possível fazer bons negócios com a venda de defensores. Com exceção do argentino Lucas Pratto, todas as principais negociações vieram de atletas que atuam na linha defensiva da equipe. O destaque do Atlético fica com Emerson, que foi negociado por uma excelente quantia em um negócio envolvendo Barcelona e Bétis.

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Após realizar uma das principais vendas de sua história, o atual campeão da Sul-americana subiu algumas posições na lista de melhores negociadores do futebol brasileiro. Com a fama de ser um time que briga pelos seus talentos, o Athletico não perde de mão beijada seus ativos e, principalmente, não costuma ver suas jóias saírem para o mercado interno.

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Com poucas negociações nos últimos anos, o tricolor figura na penúltima posição da lista. Mesmo tendo garimpado um talento como Zé Rafael, o Bahia ainda não conseguiu atingir o patamar de negociação de um clube como Athletico. Com as boas administrações recentes, a tendência é que tenhamos um clube mais lucrativo nos próximos anos.

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